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ONG Somos trabalha em projeto emergencial com foco em pessoas trans, travestis e PVHA

Projeto em execução desde junho conta com o apoio do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids, UNAIDS, do Centro de Referencia em Direitos Humanos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a ação social AjudaTrans, e a Coordenação de atenção à tuberculose, ist/Aids e hepatitis virais, CAIST.



No início de abril, comunicamos que nosso projeto "Baile Vermelho: cuidado de si e promoção da saúde entre a comunidade Ballroom de Porto Alegre" havia sido contemplado na segunda edição do programa Fast-Track Cities do Programa Conjunto das Nações Unidas, UNAIDS.

O projeto original consistia em realizar um mapeamento da cultura Ballroom em Porto Alegre. Através de grupos focais e workshops com os grupos artísticos conhecidos como “houses”, para logo realizar um evento para a promoção e debate sobre o uso de métodos de prevenção combinada, enfrentamento do HIV/Aids, e testagem, como elementos de valor para o cuidado de si e promoção da saúde.

Com as enchentes e alagamentos que aconteceram em maio em Porto Alegre, em conjunto com a UNAIDS, modificamos o projeto original para um projeto emergencial com o foco em ajudar aos grupos mais vulneráveis de nossa comunidade, como são as mulheres trans e travestis e Pessoas Vivendo com HIV/Aids, PVHA, que tiveram que ir para abrigos por motivo da catástrofe climática.

A nova versão do projeto, “Apoio emergencial em atendimento psicossocial para LGBTI+ e PVHA no contexto das inundações em Porto Alegre”, está em execução há algumas semanas e os trabalhos nos abrigos se estenderão até o mês de agosto, levando atendimento social, acolhimento psicológico e aconselhamento jurídico de modo itinerante, e levando também informações e materiais sobre o uso de métodos de prevenção combinada, enfrentamento do HIV/Aids, e testagem.



Foto: Artemísia Vulgaris / Design: Amanita

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